quarta-feira, 6 de maio de 2009

“Não está faltando alimentos”, garante Leonardo Arruda


Secretário de Justiça e Cidadania diz que mais 75 toneladas de mantimentos serão enviados na quarta-feira às cidades afetadas pelas enchentes.


Os municípios do Rio Grande do Norte que estão sendo afetados pelas enchentes não têm problemas de abastecimento de alimentos. É o que garante o secretário estadual de Justiça e Cidadania, Leonardo Arruda. Segundo o gestor, o Governo vem agindo com agilidade e, na quarta-feira (6), mais 75 toneladas de alimentos serão enviados às cidades afetadas.


Mesmo com os problemas das chuvas já afetando mais de 40 mil pessoas no estado, Leonardo Arruda garante que o Governo do Estado vem dando conta do abastecimento das áreas mais afetadas.


“Acionamos o Incra para nos dar assistência no abastecimento de algumas áreas em Mossoró, e amanhã enviaremos às regiões afetadas região caminhões com 75 toneladas de alimentos. Não está faltando alimentos. Estamos mandando o suficiente”, garantiu.


Outro ponto que também está sendo favorável ao atendimento imediato às cidades afetadas, segundo Leonardo Arruda, foi o atendimento tardio que os municípios receberam em 2008. Segundo o secretário, com o retardamento no envio da ajuda – que ocorreu apenas em dezembro –, muitos municípios já puderam utilizar o material fornecido no atendimento às vítimas deste ano.


Enviamos 10 mil colchões em dezembro do ano passado. Para se ter uma ideia, em Assu havia 300 colchões do ano passado e que estão sendo distribuídos à população afetada”, exemplificou o secretário.


Ajuda Federal


O secretário Leonardo Arruda disse que o Governo Federal já se colocou à disposição para colaborar com o Rio Grande do Norte no combate às cheias. No entanto, o secretário argumenta que é necessário o fornecimento de informações por parte dos municípios afetados.


“Estamos primeiro recebendo os números da Prefeitura, e nem todos mandaram. Temos que ter esses dados para sentarmos e avaliarmos as próximas ações, inclusive com o auxílio do Governo Federal”, explicou.

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