quarta-feira, 3 de junho de 2009

Ao PSDB-DEM só restam tentativas desesperadas

Por Zé Dirceu A rejeição a seus governos, da qual a gestão Yeda Crusius...


A rejeição a seus governos, da qual a gestão Yeda Crusius no Rio Grande, a cassação de Cássio Cunha Lima, na Paraiba e a inércia das administrações Serra em São Paulo e Aécio Neves, em Minas, são os mais eloquentes exemplos, levou os tucanos e seus parceiros da oposição a perderem o apoio até dos seus adeptos.


Assim, sem agenda e sem capacidade de mobilizar sua própria base social, o PSDB - sempre em parceria com seus "sócios" no condomínio oposicionista, o DEM, o PPS e outros menos cotados - só tem uma estratégia: desestabilizar o governo.


Resta-lhes tentar sempre uma última grande cartada, como fazem agora com a CPI da Petrobras. Aliás, para eles, tanto faz, por isso pode ser (a última cartada) também na das ONGs...(nota acima).


O desespero de uma oposição errante


É apelar mesmo para tentativas desesperadas de manter seu eleitorado mínimo unido em torno de uma moral de ocasião e de uma ética de conviniência, já que o partido não tem nenhum autoridade moral para nada. Menos ainda seus parceiros, o PPS e o DEM.
O fato é que perplexos frente a popularidade do presidente Lula, de seu governo, e do crescimento do PT, veem, também, suas previsões sobre a crise (para a qual não apresentaram e não tem nenhuma saída) frustradas pela política adotada pelo governo, que não vacilou em tomar todas as medidas para defender a economia naciona e popular.
E o fez com um diferencial marcante: deixa para trás os tempos dos juros (taxa Selic de 25.14% quando FHC transmitiu o governo ao presidente Lula em janeiro de 2003) e superávits e altos e consolida o papel do Estado e dos bancos públicos no desenvolvimento do país.


Zé Dirceu

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