quinta-feira, 19 de março de 2009

Ministra Dilma confirma que adutora de Mossoró e metrô de superfície estão no PAC


A governadora Wilma de Faria obteve ontem (18) da ministra chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Roussef, a confirmação de que duas importantes obras para o Rio Grande do Norte – expansão da adutora Mossoró e a implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT), o chamado metrô de superfície – foram, oficialmente, incluídas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.
Estes dois pleitos já haviam sido levados pela governadora ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em audiência no Palácio do Planalto ocorrida mês passado. Ontem, em reunião com a governadora, em Brasília, a ministra Dilma confirmou a inclusão das obras no PAC. "São obras importantíssimas para o nosso Estado, que contam agora com o aval do presidente Lula, atendendo a um pleito nosso", ressaltou Wilma de Faria.
A expansão da adutora Mossoró vai permitir mais que dobrar a capacidade de sua vazão, ampliando a oferta de água para toda a população mossoroense e resolvendo de vez o problema de abastecimento na cidade. A obra, com 91 quilômetros de extensão, tem custo estimado em cerca de R$ 150 milhões.
Em Brasília, Wilma reuniu-se, ainda, com o ministro da Justiça, Nélson Jobim, a quem solicitou a liberação de R$ 5,4 milhões para reforçar o programa Polícia de Bairro, de policiamento ostensivo. Nélson Jobim também anunciou a liberação de outros R$ 5 milhões já previstos para a modernização do ITEP-RN.
AGENDA - Desde terça-feira (17) em Brasília, Wilma de Faria, já se reuniu com os ministros das Cidades, Márcio Fortes, da Justiça, Tarso Genro, para tratar dos recursos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e com a presidente da Anac, Solange Vieira, com quem tratou das obras do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante.
Wilma também esteve com o ministro interino das Minas e Energia, Sérgio Zimmermann, que confirmou o calendário anual de leilão das eólicas. A medida, defendida pelo Rio Grande do Norte, dará segurança aos investidores e permitirá a atração de fábricas de equipamentos como torres e turbinas para o Brasil. "Argumentamos para o ministro interino que o leilão deve acontecer, no máximo, em agosto, uma vez que novos adiamentos podem representar a fuga de investidores", destaca a governadora.
Acompanharam a governadora nas audiências de ontem, os secretários de Comunicação Social, Rubens Lemos Filho e de Planejamento, Vagner Araújo.

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