
Se as tendências e as previsões meteorológicas da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) se confirmarem, os próximos meses serão de muita chuva na cidade de Natal. Desde o ano de 2004 não chovia tanto nos meses de janeiro e fevereiro na cidade. Até o momento, em apenas dois meses, a chuva acumulada chega a 405,2 milímetros (mm), quase um terço da média histórica anual de 1.554,3 milímetros. Para efeito de comparação, nos meses de janeiro entre os anos de 2004 (383,9 milímetros) e 2009 (162,5 mm) nenhum outro ano registrou chuvas acima de 100 milímetros. O mesmo se repete em relação a fevereiro, quando em 2004 choveu 283 mm e esse ano a chuva foi de 243,1 milímetros. Em 2008, as chuvas foram de apenas 68,2 mm e 22,4 mm respectivamente. Se no ano passado, no mês de março choveu 279,8 milímetros (a média histórica de março é de 206,2 mm), a previsão da Emparn, segundo o meteorologista Gilmar Bristot, é de esse desempenho seja igual ou superior. ‘‘A previsão é de chuvas acima da média histórica, entre 250 a 300 milímetros’’. Bistrot explica que em Natal a estação chuvosa vai do mês de abril ‘‘até meados de julho, início de agosto’’, sendo o mês de junho o mais chuvoso historicamente com média de 250 milímetros (542mm em 2008). Em todo o ano de 2008 foram 2.481 milímetros de chuvas em Natal.
DN Online
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